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Sobre o projeto
O jornal online Hubert Fichte: Love and Ethnology  (Amor e Etnologia) acompanha o projeto, com a mesma designação, entre o Goethe Institut e a Haus der Kulturen der Welt  que, com o apoio da S. Fischer Stiftung e do S. Fischer Verlag, será realizado e apresentado entre 2017 e 2019 com numerosos(as) parceiros(as), em Lisboa, Salvador da Baía, Rio de Janeiro, Santiago do Chile, Nova York, Dacar e Berlim. Ponto de partida para Hubert Fichte: Love and Ethnology  foi o extensivo ciclo de... More…
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19/10/2017  Hubert Fichte  Rio de Janeiro
Explosão (Extrato I)
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23/09/2017  Jürgen Bock  Lisboa
Engano! Engano! disse o galo... e desmontou do pato.

Como lançar um projeto sobre Hubert Fichte e o importante trabalho etnográfico que este desenvolveu com Leonore Mau? Jürgen Bock, co-curador da exposição Hubert Fichte: Love and Ethnology, faz uma breve apresentação da exposição coletiva, Mistake! Mistake! said the rooster… and stepped down from the duck, que comissariou para a passagem deste projeto por Lisboa, apresentado na galeria Lumiar Cité. Uma viagem pelas ideias, planos e imbróglios, partindo da tradução para português da obra de Fichte Um amor feliz, e regressando ao ponto de partida deste trabalho seminal. More…

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27/10/2017  Hubert Fichte  Salvador da Bahia
Explosão (Extrato II)
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26/10/2017  Hubert Fichte  Lisboa
Um amor feliz (Extrato)
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18/10/2017  Manuela Ribeiro Sanches  Lisboa
Lidos Por Cima Do Ombro Ou Ménage À Trois. Hubert Fichte, Leonore Mau E  A ‘Sua Indígena’

Um amor feliz é o resultado e testemunho de uma estada, durante a década de 1960, de Hubert Fichte e de Leonore Mau, em Portugal, primeira estação de um périplo pelo mundo que, iniciando-se no Brasil, os levaria a outros lugares ligados às culturas da diáspora africana. Existem duas leituras possíveis do livro: uma que privilegia os contextos objetivos dos lugares descritos; outra que atende aos processos subjetivos de perceção e construção dessa narrativa, processos que a escrita de Hubert Fichte não trai, à primeira vista, mas que uma interpretação mais densa permite entrever. São estas duas perspetivas que a seguir aqui se ensaiarão, a partir de um outro ponto de vista, também ele subjetivo, introduzindo nesse amor feliz um terceiro elemento – o do objeto observado, de uma ‘indígena’, fascinada e incomodada, vingando-se do antropólogo, lendo o seu texto por cima do seu ombro. Os observadores não se importariam, decerto, com este ménage à trois. More…

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